Sábado, 30 de Agosto, 2014
SADC

Conflitos e crises políticas não devem ofuscar a integração regional da SADC

A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), que se debate com crises políticas em três dos 15 estados membros do bloco regional, reafirma a necessidade de intensificar as consultas diplomáticas a vários níveis.

Joanesburgo - A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), que se debate com crises políticas em três dos 15 estados membros do bloco regional, reafirma a necessidade de intensificar as consultas diplomáticas a vários níveis, com vista a dar corpo e forma aos objectivos de importância angular para a consumação da integração regional.

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A integração regional incorpora, entre vários objectivos, a vital necessidade de promover e maximizar empreendimentos produtivos e a utilização dos recursos naturais regionais; alcançar o uso sustentável desses recursos e promover a defesa da paz e segurança assim como o desenvolvimento auto-sustentável na base da interdependência dos estados membros.

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Assente nestes e outros pressupostos, o Chefe de Estado moçambicano e em exercício na SADC, Armando Guebuza, efectuou uma visita de trabalho a África do Sul, de apenas um dia, a convite do homólogo Jacob Zuma, para analisar o estágio actual da cooperação bilateral, bem como passar em revista mais assuntos de interesse regional.

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Zuma foi, por motivos de agenda, um dos estadistas ausentes na Cimeira Extraordinária de Chefes de Estado e de Governo da SADC, havida, sexta-feira, em Maputo, e a tónica dominante gravitou a volta dos mais recentes desenvolvimentos políticos na RDCongo, bem como os avanços na crise malgaxe, estado insular do bloco assim como o Zimbabwe com eleições a vista.

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No encontro, que está em estrita consonância com o preconizado na diplomacia regional, Guebuza e Zuma vão radiografar em pormenor os benefícios que a SADC pode tirar da Cimeira do BRICS, a ter lugar na África do Sul, tendo em vista a agenda de desenvolvimento económico dos países de ambos os blocos.

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Os países do BRICS, nomeadamente Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, são parceiros estratégicos quer de Moçambique quer dos outros estados da SADC, daí a necessidade de consultas diplomáticas ao mais alto nível, porquanto o volume de cooperação com esses países continua a assumir uma tendência ascendente.

Em economia, BRICS é um acrônimo que se refere aos países membros fundadores (Brasil, Rússia, Índia e China) e à África do Sul, que juntos formam um grupo político de cooperação.

"O presidente da SADC foi convidado na qualidade de líder em exercício na presidência regional. Apesar de não ser país membro, foi convidado e o que se pretende é avaliar até que medida o bloco regional vai continuar a beneficiar da cooperação com os países do BRICS numa altura que se avoluma os desafios resultantes do crescimento económico", disse o Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Baloi, que acompanha o presidente.

Aliás, o crescimento económico acelerado da SADC pressupõe a criação de mais alicerces para garantir a estabilidade e a sustentabilidade do seu ritmo nos próximos anos, porém este desiderato pode entrar em caminho incerto caso não sejam abordadas questões como a energia na região, considerada a força motriz para a integração regional.

A SADC debate-se, desde 2007, com uma escassez de energia na sequência do aumento da demanda sobre a oferta e a expectativa é que o fosso venha a ser nivelado em 2014, com a implementação do Plano Regional para o Desenvolvimento de Infra-estruturas.

Segundo o chefe da diplomacia moçambicana, o assunto das infra-estruturas do qual a energia é parte integral tem, de um modo geral, merecido a maior das atenções entre os dois países e aliás o tema da reunião dos BRICS será infra-estruturas.

A preocupação de trazer a presidência dos blocos regionais visa, segundo Baloi, tirar o maior proveito possível desta janela de oportunidade no desenvolvimento de infra-estruturas.

No caso concreto da energia, Moçambique e a RAS tem mantido um diálogo intenso, dado o facto de as necessidades serem muito grandes, mas o ritmo da sua consumação é ainda muito lento pela natureza dos investimentos que são necessários à concretização.

"Não basta ter dinheiro, é preciso tecnologia e tempo bem como não sofrer retrocessos no processo, uma vez que as infra-estruturas construídas passam a fazer parte duma estrutura global cuja destruição não só perturba todo um esquema, mas provoca um recuo em alguns aspectos", disse Baloi.

Guebuza vai, no encontro com Zuma, agradecer igualmente o apoio da RAS traduzido na concessão de meios aéreos para o combate e mitigação dos efeitos das cheias, por um indeterminado período de tempo, dadas as previsões para a continuação da instabilidade do clima e, por conseguinte, a necessidade de continuarem no país flexibilizar a resposta aos possíveis episódios a suceder.

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