Natureza
República Democrática do Congo intensifica luta contra tráfico de marfim
"O Governo congolês quer demonstrar ao mundo os esforços que está a envidar para desencorajar a caça furtiva na RDC", diz responsável do Instituto de Conservação.
Da Redação, com agência

Até ao presente, mais de 11 toneladas de marfim, apreendidas dos traficantes e doutros caçadores furtivos, são conservadas no Banco Central do Congo, revelou o vice-administrador geral do Instituto Congolês de Conservação da Natureza (ICCN), Cosma Wilungula, citado pela Panapress.
A última apreensão remonta a 21 de junho no aeroporto de Kinshasa/N'djili, onde um traficante chinês, identificado por Wu Zyang, foi detido pela Direção Geral de Migração (DGM) na posse de 65 peças de marfim não trabalhadas e 23 peças já trabalhadas extraídas de mais de 35 elefantes.
Para o vice-administrador geral do ICCN, "o Governo congolês quer demonstrar ao mundo os esforços que está a envidar para desencorajar a caça furtiva na RDC", onde uma lei proíbe a caça ilegal, o tráfico das pontas de marfim e sobretudo a venda dos objetos de arte fabricados com o marfim.
As informações são da Panapress.
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