Sexta, 11 de Julho, 2014
Moçambique

Pesca industrial de camarão em Moçambique regista queda

Um balanço da campanha de pesca de camarão em 2012 indica que até setembro do corrente ano a frota industrial congeladora capturou 2.087 toneladas, a frota semi-industrial a gelo capturou 395 toneladas e a pesca artesanal 2.331 toneladas.

Maputo - A pesca industrial do camarão regista uma queda de cerca de 50 por cento em relação a igual período do ano passado. O vice-ministro das Pescas Gabriel Muthisse atribui em parte a ocorrência de três ciclones no início do corrente ano, informa a agência AIM.

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Um balanço da campanha de pesca de camarão em 2012 indica que até setembro do corrente ano a frota industrial congeladora capturou 2.087 toneladas, a frota semi-industrial a gelo capturou 395 toneladas e a pesca artesanal 2.331 toneladas.

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"No ano passado, a frota industrial congeladora capturou 4.203 toneladas em termos numéricos. É o subsector que teve um desempenho comparativamente negativo em relação a 2011", disse Muthisse, falando a imprensa, no término da sessão do Conselho de Ministros.

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Refira-se que regista-se uma evolução positiva na pesca artesanal que passou de 1.354 toneladas em 2001, para 2.331 toneladas no corrente ano.

As capturas terão sido condicionadas em parte pelos efeitos dos ciclones Dando, Funso e Irina registados no país no início da campanha em Fevereiro do corrente ano.

Segundo Muthisse, também verifica-se uma redução no esforço de pesca, apesar de ainda estar ligeiramente acima do recomendado.

Todavia, disse Muthisse, "este esforço de pesca não parece ter uma relação directa com a queda brusca da disponibilidade de camarão".

Por isso, o Ministério das Pescas organizou vários encontros de reflexão com os vários intervenientes para busca de soluções, que culminaram com a elaboração de medidas a curto e médio e longo prazos.

"Entre as medidas harmonizadas destacam-se a alteração do sistema de gestão, evoluindo de um método de gestão que incide no controlo das capturas para um outro que se focaliza no controlo da arte e equipamento de pesca", disse Muthisse.

Prosseguindo, o vice-ministros disse que outras medidas incluem extensão do período de veda, que evoluiu de um mês em 1990 para cinco meses actualmente.

Num outro desenvolvimento, o vice-ministro abordou a pesca de atum, uma espécie de peixe altamente migratória e cujo potencial no Oceano Índico é de um milhão de toneladas do qual se regista uma exploração de 800 mil toneladas.

Trata-se de uma pescaria que presentemente contribui pouco para a economia nacional. Com efeito é uma pescaria dominada por embarcações estrangeiras, e ocorre fora das 12 milhas.

"Neste momento essa pescaria não entra nas contas nacionais, não cria postos de trabalho não faz desembarque nos portos nacionais apesar de nos últimos anos estas embarcações terem começado a procurar os nossos portos para efeitos de inspecção, as capturas estimadas desta pescaria no nosso país andam a volta das 20.000 toneladas por ano, sendo que o benefício para o país em termos de licenças emitidas é de cerca de 1,3 milhões de dólares", explicou.

Segundo o vice-ministro, o objectivo do sector é aumentar a contribuição da pescaria na economia nacional.

Para o efeito, as autoridades moçambicanas pretendem reservar uma área de 12 milhas ao longo da costa para a pesca de pequena escala e exclusivamente para moçambicanos. Para além das 12 milhas, a pescaria do atum poderá ser acessível a frota industrial e outras.

Durante a sessão, o governo aprovou ainda um decreto do estatuto orgânico do Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG), que efectivamente deixa de ter um Presidente e Conselho de Administração e que passa a ter apenas um director geral e respectivos directores de divisão.

Segundo Alberto Nkutumula, porta-voz do governo, com esta mediada pretende-se aliviar o fardo financeiro daquela instituição.

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