Sábado, 22 de Março, 2014
CAN 2013

África do Sul acolhe o CAN 2013

A África do Sul alberga pela segunda vez a fase final do Campeonato Africano das Nações (CAN), depois de tê-lo feito em 1996. Tudo começou no Sudão com três selecções e teve como vencedor o Egipto, país mais titulado (7).

Luanda - A África do Sul alberga pela segunda vez a fase final do Campeonato Africano das Nações (CAN), depois de tê-lo feito em 1996. Tudo começou no Sudão com três selecções e teve como vencedor o Egipto, país mais titulado (7).

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A primeira edição do Campeonato Africano das Nações (CAN) decorreu em Cartum (Sudão) em 1957, dois dias depois da fundação da Confederação Africana de Futebol (CAF). Das quatro selecções programadas apenas três paticiparam (Sudão, Egipto e Etiópia), em face da exclusão da África do Sul, devido ao regime de segregação racial ("Apartheid").

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Os egípcios conquistaram o primeiro dos seus sete títulos continentais, ao vencerem na final os etíopes por 4-0, depois de terem derrotado os anfitriões por 2-1.

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As três selecções voltaram a competir dois anos depois na segunda edição no Egipto. Os faraós revalidaram o título e, apesar do reduzido número de participantes, mostrava-se como maior potência futebolística africana.

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A prova começou a ganhar maior cariz continental na terceira edição (1962), que contou já com dez países. Pela primeira vez disputou-se o torneio de qualificação que apurou as restantes oito selecções para a competição, uma vez que a Etiópia (anfitriã) e o Egipto (campeão) já estavam qualificados.

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Os etíopes conquistaram o seu primeiro troféu, ao vencer na final o Egipto por 4-2.

Em 1963 e 1965 surgiu uma nova potência africana, com o Ghana a fazer o bis, em casa e na Tunísia, e terminar na segunda posição nas competições seguintes (1968 Etiópia), (1970 Sudão).

O Congo conquistou o seu primeiro e único título continental em 1972, numa prova disputada nos Camarões. Pela primeira vez o CAN foi disputado no sul do continente.

O Egipto voltou a albergar a Taça de África das Nações em 1974, consagrando a República Democratica do Congo, que dois anos depois perdeu o troféu para o Marrocos numa prova realizada na Etiópia.

O Ghana, em 1978, interrompeu o ciclo de estreantes a erguerem o troféu e a jogar em casa, reconquistou o título perdido em 1965, tornando-se na primeira selecção a vencer três vezes o CAN.

A Nigéria organizou em 1980 e escreveu pela primeira vez o seu nome entre os vencedores, fazendo mais uma vez valer o factor casa, dois anos mais tarde, na Líbia, o Ghana conquistou o quarto título africano.

A década de 1980 ficou marcada pelo domínio camaronês com vitórias em 1984 e 1988, e um segundo lugar em 1986, numa derrota diante do Egipto, que a jogar pela terceira vez em casa conquistou o seu terceiro troféu.

Os anos 1990 ficaram marcados pelas vitórias, pela primeira vez, da Argélia (1990 em casa), Cote d'Ivoire (1992 no Senegal) e África do Sul (1996 em casa), o bis da Nigéria (1994 na Tunísia) e o tetra dos egípcios (1998 no Burkina Faso), alcançado o mesmo número de títulos que o Ghana.

Os Leões Indomáveis fizeram jus ao nome e conquistaram mais dois africanos seguidos (2000 na organização conjunta Nigéria e o Ghana e 2002 no Mali) e aumentaram para quatro o número de troféus conquistados, igualando o Ghana e o Egipto.

Em 2004, também beneficiando do factor casa, a Tunísia conquistou o primeiro troféu, antes dos faraós imporem todo o seu poderio e vencerem três vezes seguidas (2006 em casa, 2008 no Ghana e 2010 em Angola).

A última edição em anos pares teve lugar em 2012 na Guiné Equatorial e Gabão e foi ganha pela Zâmbia.