
Londres - A "Casa de África", aberta em grande pompa a 28 de julho último em Londres, para permitir às nações africanas participantes nos Jogos Olímpicos apresentarem o rico património cultural do continente, foi encerrada por causa de faturas não pagas e de insegurança.
Fontes próximas da Associação dos Comités Nacionais Olímpicos de África (ANOCA) que abriu a casa garantem no entanto que estes diferentes problemas estão a ser resolvidos para permitir a sua reabertura em Kensingtin Gardens. A "Casa" é gerida pela empresa francesa Pixcom.
Os fornecerdores desta Casa ou Aldeia, avaliada em três milhões 700 mil dólares americanos, afirmam que lhes devem faturas não pagas estimadas em 620 mil dólares americanos.
O presidente da ANOCA, Lassana Palenfo, da Côte d'Ivoire, declarou na abertura que os países membros dispunham de dias especiais para expor a sua arte e cultura ao mundo inteiro.
A Pixcom declarou que a Casa foi encerrada "por razões técnicas" porque a empresa que fornecia guardas encarregues da sua segurança 24 horas sobre 24 retirou o seu pessoal devido a faturas que se acumulam.